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Conhecer Paranaguá, é perceber nas paredes do casario colonial, o testemunho de nossa história. Experimentar Paranaguá é visitar a Ilha da Cotinga, a fortaleza da Ilha do Mel, a Catedral, o Colégio dos Jesuítas, a Fontinha onde, bem antes dos brancos, o povo carijó ia matar sua sede.

É percorrer suas ruas, ver o rio e o mar de vários matizes, árvores, igrejas, museus, prédios e monumentos. Com um pouco de sorte, pode até dançar um fandango e provar do barreado e do pirão de peixe, jóias da culinária do local. Mas o bom mesmo é sair sem destino, inventando Paranaguá passo a passo. Mil surpresas aguardam o visitante. Afinal faz quase quatrocentos anos que Paranaguá se enfeita para receber você.

O território do município portuário de Paranaguá, situa-se no litoral do Estado do Paraná e tem uma área de 665 km².
 
Alguns pontos turísticos:
 
Fonte Velha:

Também chamada de "Fontinha" e "Fonte de Cima", sua construção remonta ao século XVII e sofreu várias modificações e acréscimos posteriores.

Uma lenda conta que, protegendo o manancial do fundo escuro e misterioso do subsolo onde jorra incessantemente água, há uma caixa que se alonga em galeria, atravessando a cidade no sentido leste-oeste, até a localidade denominada Porto dos Padres. Dizem que semelhante saída servia de refúgio dos Jesuítas, quando da perseguição provocada pela Lei Pombalina, qe baniu a Ordem do Brasil. Está localizado na Praça Pires Pardinho, no Centro Histórico.
 
Igreja Nossa Senhora do Rocio:

Padroeira do Estado do Paraná, a devoção a nossa Senhora do Rocio, tem raízes profundas na vida do povo do litoral, pois data de meados do século XVII, pouco tempo após a elevação de Paranaguá a Vila, em 1648.

Segundo relata o historiador Vieira dos Santos, já em 1686 os habitantes da Vila de Paranaguá haviam recorrido aos favores da Virgem do Rocio para que livrasse da terrível peste que assolava o litoral.

Antes dessa data, sabemos somente que um pescador chamado Pai Berê, achou a imagem que é de Nossa Senhora, em estilo barroco. Uma lenda diz que ele retirou a imagem da margem da baía, na rede, enquanto pescava. Outra diz que a encontrou num campo de "rosas loucas", no barranco a beira da baía. Por um tempo a pequenina imagem ficou no oratório, na casa de Pai Berê, onde se tornou objeto da devoção dos pescadores, sendo batizada com o nome de Nossa Senhora do Rocio.
   
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